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É errado o pensamento de “cria filho com medo que depois vira respeito?”

  • Foto do escritor: Lucy Oliveira
    Lucy Oliveira
  • 12 de fev. de 2025
  • 2 min de leitura

Atualizado: 17 de fev. de 2025




Eu queria muito ouvir de vocês o que acham dessa pergunta?


Quantos de vocês foram criados dessa forma? Vocês concordam com este pensamento? Alguém aqui foi criado dessa forma? Você acha que funciona ou não?

Por favor, quem não se sentir confortável em colocar sua resposta nos comentários, manda no privado. Não vou expor sua resposta, mas quero muito saber.



Já ouvi muitos relatos de pessoas contando que apenas um olhar era suficiente para que obedecessem seus pais. O medo de apanhar, passar vergonha na frente dos outros, não receber algo que queriam muito, era o suficiente para eles fazerem o que era mandado, mesmo que não concordassem ou não entendessem. A educação que receberam foi à base do medo.

Eu não gosto de sentir medo. Tenho pavor de ver medo nos olhos de uma criança. Dentre muitos relatos que já ouvi de adultos que foram criados com medo, chama a minha atenção que em certas ocasiões eles até poderiam ter um ótimo argumento para não enfrentar tal situação, mas por medo, não discutiam e apenas aceitavam. Como? Em sala de aula, o amigo sempre colava dele. Ele já tinha sido ameaçado pelos pais que se desse  qualquer problema na escola, apanharia. Certo dia, este amigo veio colar, ele o empurrou, o amigo bateu a cabeça e adivinha? Ele apanhou em casa. Poderia ter contado toda a história? Sim. Teve a oportunidade? Não. Medo não educa. Sem falar nas enormes consequências e traumas que o medo traz. Pode ser que vire respeito, mas a que custo?

O que a ciência diz:

Um estudo de 2018, sugere que este tipo de comportamento autoritário dos pais favorecem a depressão, ansiedade, compulsão alimentar e abuso alcoólico.

Gosto muito da forma que a Disciplina Positiva nos orienta a olhar com outros olhos a maneira de educar, como por exemplo conquistarmos as crianças ao invés de impor seu poder a elas. Invés de dizer o que as crianças e adolescentes deve fazer, podemos perguntar de forma que que eles participem da resolução de problemas. Encorajar é melhor do que colocar medo. Li em algum lugar que: "Respeito não se impõe, se conquista. É filho da admiração e inimigo do temor.





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